
Quando estudei na UnB, entre 1998 e 2003, foi iniciado o debate sobre as cotas para negros na universidade. Partiipei de debates e analisei os argumentos de ambos os lados nessa delicada questão.
Depois de refletir e ponderar bastante, tomei a decisão de ser contra as cotas. Meus colegas, influenciados pelo discurso “afirmativo”, ficaram estupefados. Porque entendiam que um aluno de uma importante universidade pública tinha que ser a favor das cotas.

Claro que isso não é verdade. As cotas não são tão “claras” assim, como eles tentavam me provar. Veja abaixo a foto de dois irmãos gêmeos. Um deles terá a cota para negros e outro não. Você não acha isso uma loucura?

Acabo de chegar da Livraria Cultura. Foi feito o lançamento do livro do Dr. Demétrio Magnoli, Uma gota de sangue: história do pensamento racial. O autor foi preciso em sua crítica as cotas e toda a bobagem que envolve essa discussão.
Mas, me preocupou o presença dos militantes do “movimento” negro. Eles abriram faixas de “protesto”, gritaram, espernearam e ganharam seus 15 minutos de fama. Tudo para defender a postura esquerdo-facista-pluralista.Eu disse “movimento”, porque eram, em sua maioria, funcionários do famigerado governo PeTralha.
o Dr.Magnoli disse que eles vem “participando” sistematicamente dos lançamento e atrapalhando com seu discurso “inclusivo-pluralista-politicamente-correto”. Eles não foram lá para debater ou argumentar, mas para agitar e consternar.
Foi uma rica experiência Pude entrar em contato com vários professores e pensadores que não aceitam ser moldados pelo falso discurso inclusivista,
Mantenho-me firme em minhas idéias. Irei reforçar minha posição com a leitura de alguns livros que adquiri por lá.




1 comentários:
com todo respeito, tenho posição contrária à sua e à do Magnoli, já expressa no meu blog:
http://ocontornodasombra.blogspot.com/2009/09/quotas-pra-que-te-quero.html
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